10 discos de 2016

Se você não ouviu, corre que ainda dá tempo.

tropix

Céu – Tropix
A Céu fez em 2016 o disco brasileiro que melhor dialoga com a produção musical internacional. Disco do ano, composto pela artista que é definidora dos caminhos da música brasileira na última década.
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Zé Manoel – Delírio de um Romance a Céu Aberto
Ná Ozzetti, Ana Carolina, Elba Ramalho, Fafá de Belém, Amelinha e Célia são algumas das vozes femininas responsáveis por expor o assombroso lirismo da obra do pernambucano Zé Manoel. Um dos discos mais bonitos deste sufocante 2016.
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Romulo Fróes – Rei Vadio, as canções de Nelson Cavaquinho
O alto voo estilístico – dissonante e ousado – do cantor e compositor paulistano Romulo Fróes ao abordar a obra do mestre do samba Nelson Cavaquinho resultou em um álbum de incômoda beleza.
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Ed Motta – Perpetual Gateways
Polêmicas à parte, Ed Motta chegou bem perto da perfeição técnica em Perpetual Gateways alinhando jazz, soul e funk com uma lista interminável de grandes músicos convidados.
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Fernanda Abreu – Amor Geral
O pop está vivo. Depois de 11 anos sem lançar um álbum de inéditas, Fernanda Abreu voltou aos estúdios com repertório autoral inspirado e acertou o tom contemporâneo em Amor Geral.
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BaianaSystem – Duas Cidades
Uma das mais inventivas bandas brasileiras, o quarteto BaianaSystem canta uma Bahia bem diferente daquela terra idílica inventada por Dorival Caymmi e Jorge Amado no século passado. Urbano, suingado, Duas Cidades é álbum que mira em discurso cru ajudando a renovar a cambaleante música baiana. 
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Teresa Cristina – Teresa Cristina Canta Cartola

Disco gravado ao vivo, captando com precisão o sublime show que reuniu a cantora Teresa Cristina, o violonista Paulão 7 Cordas e a obra que não tem tempo de Cartola.
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César Lacerda e Romulo Fróes – O Meu Nome É Qualquer Um

Um homem na defensiva, confuso em gênero, surpreendentemente sedento por afirmações, é cantado no disco que juntou o mineiro César Lacerda e o paulistano Romulo Fróes. Contemporâneo, poético e incisivo em intenções, O Meu Nome É Qualquer Um reúne 13 músicas inéditas de dois dos mais inspirados compositores brasileiros desses anos 2010.
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Sabotage – Sabotage
Disco póstumo que reafirma o talento do raper Sabotage. Com repertório de fraseado contundente criado entre 2001 e 2003, o álbum ganhou produção de Daniel Ganjaman, Rica Amabis e Tejo Damasceno.
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Iara Rennó – Arco
A cantora, compositora e instrumentista paulistana Iara Rennó lançou dois discos em 2016 – Arco e Flecha. Ainda que complementares em conceito, é em Arco que a artista mostra com clareza seu poder de inventividade e o talento para fugir do lugar-comum.
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